PROMOVENDO A APRENDIZAGEM E O PROTAGONISMO COM INOVAÇÃO E QUALIDADE
sábado, 23 de junho de 2012
química: A DESCOBERTA DO OXIGÊNIO
Conforme explanado no texto “Teoria do Flogístico”, por muito tempo se acreditou que tal teoria fornecia a explicação para a o fenômeno da combustão. Ela dizia que os materiais combustíveis possuíam um princípio comum inflamável presente apenas neles, que ficou conhecido como flogístico. Se algum material não queimasse, é porque não teria flogístico em sua composição.
No entanto, alguns cientistas começaram a discordar dessa conclusão, pois além de haver várias contradições nessa teoria, os experimentos realizados trouxeram outras evidências, antes inexistentes, que conduziram esses estudos para outro rumo.
Um cientista que se destacou nesses estudos da combustão foi Antoine Laurent Lavoisier (1743-1794). Um de seus experimentos mais famosos consistiu em colocar, em uma retorta, uma amostra cuidadosamente pesada de mercúrio metálico e introduzir o tubo da retorta em uma redoma ou cuba de vidro contendo ar e também mercúrio em sua base.
Ele aqueceu essa retorta com mercúrio por meio de um forno, causando sua calcinação. Lavoisier observou que à medida que a reação ia ocorrendo, formava-se nas paredes da retorta um pó vermelho, o óxido de mercúrio II, e ao mesmo tempo o volume do mercúrio na cuba ia subindo. Isso significava que o volume de ar estava diminuindo, pois ele estava sendo substituído pelo mercúrio, conforme pode ser visto na figura abaixo. Ao pesar o sistema inicial e o final, Lavoisier viu que a massa não havia mudado.
Assim, Lavoisier concluiu que a combustão não ocorria por causa da presença de um flogístico misterioso, mas sim porque o mercúrio ou qualquer outro material combustível reagia com outro elemento presente no ar.
Ao mesmo tempo, o cientista inglês Joseph Priestley mostrou para Lavoisier que havia descoberto uma espécie de “ar”, que ele chamou de “ar desflogisticado”. Através de seus próprios experimentos, Lavoisier conseguiu produzir esse ar e realizou outros experimentos com ele.
Por exemplo, ele colocou uma cuba de vidro sobre uma vela acesa em uma boia com água. Ele notou que à medida que a vela ia se apagando, a água subia. E quando a água atingia um quinto do volume, a vela apagava totalmente. A conclusão foi a seguinte:
(1º) A água subia porque a vela estava consumindo o ar;
(2º) O “ar desflogisticado” não era o ar atmosférico todo, mas sim a quinta parte dele.
Assim, Lavoisier descobriu que esse ar estava misturado com todo o ar atmosférico e que ele era necessário para a combustão; sem ele a combustão não ocorria. Lavoisier foi até mesmo o primeiro a fazer uma determinação experimental da composição do ar, chegando ao resultado de 21% de oxigênio e 79% de outro componente, que ele chamou de azoto, um “tipo de ar” que não participava na combustão. Hoje sabemos que se tratava do gás nitrogênio.
Inicialmente ele chamou o ar desflogisticado de “ar respirável” e depois mudou para “ar vital”. Somente em 1778 é que Lavoisier decidiu batizar o “ar vital” de oxigênio (palavra que vem do grego oxy, que significa “ácido”; egen, “gerador ou produto”). Ele deu esse nome porque até então seus experimentos o haviam levado à conclusão de que esse novo gás estava presente em todos os ácidos; o que depois se comprovou ser uma conclusão errada, mesmo assim o nome permaneceu.
Até então o oxigênio não era considerado como um elemento químico, conforme conhecemos hoje, porque na época ainda não havia uma definição concisa para elemento.
Priestley foi o primeiro a isolar o oxigênio, no entanto, ele não viu a importância da descoberta que atingira por estar ainda muito ligado à teoria do flogístico. Foi Lavoisier que interpretou e mostrou o papel do oxigênio na combustão.
Fonte:
http://www.brasilescola.com/quimica/descoberta-oxigenio.htm
Por Jennifer Fogaça
Graduada em Química
Por Jennifer Fogaça
Graduada em Química
sexta-feira, 22 de junho de 2012
você sabia? QUEM INVENTOU O SKATE
Os primeiros relatos de pranchas sobre rodas datam de 1880, mas a patente do skate só foi registrada em 1936.
Antes de ser produzidos em escala industrial, a partir de 1959, os skates eram fabricados em casa, com crianças e adolescentes encaixando rodas de patins em tábuas e caixotes. Nos anos 60, o brinquedo virou mania nacional nos EUA e foi destaque na revista Life. As manobras radicais começaram a surgir nos anos 70, com surfistas da Califórnia (EUA) deslizando pelas ruas e dentro de piscinas vazias – que inspiraram os bowls e half pipes atuais – em dias que não dava praia.
No Brasil, o skate chegou com o apelido de surfinho em 1968. A primeira pista foi construída oito anos depois, em Nova Iguaçu (RJ).
A reinvenção das quatro rodas - as manobras que conhecemos hoje só começaram a surgir há 34 anos
- IDADE DO FERRO (1880-1950)
Na era dos patinetes, era preciso ser ousado para descer as ruas sobre tábuas e caixotes pregados a rodinhas de patins, sem apoiar as mãos em nada. Com rodinhas de ferro e pranchas sem aerodinâmica, os tombos eram feios. Para piorar, muitos meninos e meninas brincavam descalços.
- REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (1959)
A primeira fabricante de skates em escala industrial foi a norte-americana Roller Derby. O shape (formato) das pranchas era menor, com nose (frente) arredondado e tail (traseira) reto. Na época, a aposta eram rodinhas de borracha dura, ultrarresistentes, mas sem muito molejo.
- IDADE DO PLÁSTICO (1972)
O norte-americano Frank Nasworthy acoplou rodas de poliuretano, mais aderentes e, portanto, seguras. Em 1978, Alan Gelfand inventou o “ollie”, primeira manobra aérea do skate, básica até hoje. O shape evoluiu até os modelos atuais, com tail e nose com a mesma inclinação e curvatura.
Curiosidade: o skate não herdou só as rodinhas de patins e patinetes: até meados dos anos 60, os movimentos eram inspirados na patinação artística
Consultoria: Leonardo Brandão, historiador e autor de “A Cidade e a Tribo Skatista”; Eduardo Yndyo Tassara, autor do blog Skatecuriosidade.Com. Fonte: Guinness World Records.
INTERCLASSES 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
você sabia? O MISTÉRIO DAS LISTRAS DAS ZEBRAS
Por que a zebra é listrada? Algumas das mais aguçadas mentes científicas vêm lutando com essa questão há décadas. Agora, pesquisadores descobriram evidências de que os padrões em preto e branco se desenvolveram para manter as moscas à distância.
Testes identificaram que as moscas da família Tabanidae, popularmente conhecidas como mutucas, são menos atraídas pelas listras das zebras do que por pelos brancos, pretos ou amarronzados, como os dos cavalos. A proteção é importante para as zebras, visto que as mutucas transmitem uma série de doenças.
Susanne Akesson, pesquisadora de biologia evolutiva da Universidade de Lund, na Suécia, suspeitava que os insetos tinham algum papel nessa história. Para comprovar a tese, ela construiu modelos de cavalos brancos, pretos e listrados, os quais ela cobriu com cola sem cheiro.
Testes anteriores feitos por Akesson tinham mostrado que quando a luz do sol é refletida por um cavalo de pelo marrom, os raios tendem a vibrar horizontalmente e não em todas as direções, como no caso dos cavalos de pelo branco.
Essa vibração horizontal é conhecida como luz linearmente polarizada e também é produzida pela água, onde as mutucas cruzam e colocam ovos. “Essas moscas são menos atraídas pelos padrões listrados, o que nos surpreendeu já que esperávamos um resultado que fosse a mediana entre o preto e o branco”, diz Susanne. “Nós achamos que, originalmente, as zebras eram pretas e as listras brancas vieram para destruir o rastro da luz linearmente polarizada”.
A descoberta de Susanne leva à questão: por que os cavalos não adotaram o mesmo padrão das zebras? Um fator é que os cavalos têm sido domesticados e sujeitos a cruzamentos seletivos por muitos séculos. Outro pode ser o habitat. “Se você passa o dia na sombra de uma árvore, diminui bastante o risco de ser detectado pelas mutucas. Mas se está sempre exposto à luz do sol numa savana africana, como é o caso das zebras, tem que arranjar um jeito de sobreviver às moscas”, diz Susanne.
Ainda são necessários estudos adicionais, mas se for comprovado em definitivo que as mutucas e outras moscas transmissoras de doenças são sensíveis à luz linearmente polarizada, isso poderá ser usado para proteger os seres humanos. A cor preta pode ser usada em armadilhas para atrair moscas, ou, quem sabe, roupas listradas poderiam ser usadas para espantá-las.
Fonte: http://revistaconhecer.uol.com.br/eureca/o_misterio_das_listras_das_zebras.html
INTERCLASSES 2012
COMEÇA O INVERNO
O movimento de translação, juntamente com a inclinação do eixo terrestre em 23°27’ em relação ao plano orbital, é responsável pela variação de energia solar que atinge a superfície terrestre em uma determinada época do ano. Esse fenômeno é responsável pelas quatro estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.
Caracterizado como a estação com as temperaturas mais baixas, o inverno se entende de 21 de dezembro a 22 de março, no Hemisfério Norte; e de 21 de junho a 23 de setembro no Hemisfério Sul. O inverno tem início com o término do outono e antecede a primavera.
As noites são mais longas que os dias nas regiões onde é inverno, visto que a incidência de raios solares é menor nessa porção da Terra. Durante essa estação do ano, várias espécies de aves migram para outros locais com o intuito de fugir do frio.
Os países localizados na Zona Temperada do Norte (entre o Trópico de Câncer e o Círculo Polar Ártico) e na Zona Temperada do Sul (entre o Trópico de Capricórnio e o Círculo Polar Antártico) apresentam as quatro estações bem definidas, com invernos rigorosos, registrando baixas temperaturas.
O Brasil, por apresentar a maior parte do território na Zona Intertropical (próxima à linha do Equador), não possui as quatro estações bem definidas. O inverno é mais rigoroso nos estados da Região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Esses locais podem registrar temperaturas negativas, além da ocorrência de neve em determinados pontos.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/inverno.htm
Graduado em Geografia
Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/inverno.htm
Assinar:
Postagens (Atom)